o seu gosto na boca, o sol que entra pelas frestas da janela iluminando os lençóis revirados e a velha mancha de vinho no seu travesseiro. pego a xícara que você me estende e sorrio pra mim mesma enquanto as mãos ficam quentinhas. ai, o gosto de café na boca, o beijo no pescoço, aquele cheiro misturado que não sei se meu ou seu. olho bem fundo nos seus olhos e o mundo gira mais devagar. ou talvez eu não gire com ele. ah, o gosto de menta na boca! o 'bom dia' sonolento, a janela se abrindo...